Tarrafal de São Nicolau: Moradores de Cabeçalinho reclamam estar sem água desde mês de abril

Abrir a torneira e não ver cair sequer um filete de água é uma situação corriqueira para a comunidade de Cabeçalinho no Tarrafal de São Nicolau em Cabo Verde. É que os residentes estão sem o precioso líquido desde o mês de abril, apesar da promessa do Presidente da Câmara, feita em Maio durante a sessão da Assembleia Municipal, que ia resolver esse grave problema num curto espaço de tempo.

Tarrafal de São Nicolau: Moradores de Cabeçalinho reclamam estar sem água desde mês de abril
Segundo a fonte deste jornal no referido bairro, os moradores estão sem água nas suas casas desde finais do mês de abril – há mais de um mês. Uma situação que foi levantada na última sessão de Assembleia municipal, realizada no dia 16 de maio, por um munícipe da região. Na altura, ficou a promessa do Presidente da Câmara, segundo a qual, num curto espaço de tempo, a questão seria equacionada. « Mas infelizmente até agora não há nenhum sinal de água nas torneiras das casas em Cabeçalinho. O caso que incomoda a população da comunidade, uma vez que a água é um bem indispensável à vida», revela a fonte deste jornal.

Revoltados com a situação, os moradores desse povoado não sabem quando o problema vai ser solucionado, uma vez que a câmara municipal do Tarrafal e o Serviço Autónomo de Água mantêm em silêncio – não relataram até hoje o que está na origem desta situação.

Inconformados, as pessoas de Cabeçalinho têm recorrido á compra de água da nascente de Torno para minimizar a situação, satisfazendo as suas necessidades básicas – cozinhar, beber e lavar.

Na esperança de serem ouvidos, os moradores afirmam que já solicitaram um encontro com a Câmara e o SAA para a próxima semana, a fim de se inteirarem da causa do problema, que vem provocando constrangimentos no seio da população, que anseiam urgentemente por uma resolução.

«A população de Cabeçalinho reivindica os seus direitos e quer que elas sejam respeitadas pelas autoridades, uma vez que entendam que pagam pela utilização deste bem precioso», faz questão de realçar um munícipe local ouvido por este jornal.

Fonte: Asemana