Santiago Norte: Líder rergional do PAICV denuncia vários problemas que afectam a região

A situação socio-económica no interior de Santiago está explosiva. É que, segundo alertou, este domingo, o presidente da Comissão Política Regional do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, oposição) exitem “vários problemas” que “estão a afectar” os municípios da região da ilha maior de Cabo Verde.

Santiago Norte: Líder rergional do PAICV denuncia vários problemas que afectam a região
“Temos problemas de agricultores que estão abandonadas às sua sorte e animais a morrer por causa de falta de pasto – mas com um Governo que não consegue dar a mão ao compromisso com o plano de mitigação, agricultores desesperados sem água para regadio e um governo não concretiza a instalação de um painel solar em Tarrafal”, declarou António Fernandes.

O presidente da Comissão Politica Regional do PAICV falava à imprensa, à margem do encontro de comissão política do PAICV a nível de Santiago Norte para analisar a situação política da região e discutir a agenda autárquica no concelho do Tarrafal, interior de Santiago.

Este representante afirmou, segundo a Inforpress, que 30 habitações no município de Tarrafal contempladas no programa PRRA, cujos tectos foram retirados desde Fevereiro, não estão em curso, o que, segundo ele, mostra um estado de “desprezo” do Governo para com as famílias que estão em “situação difícil”.

O político citou situações de “abandono escolar e dificuldades de acessibilidades”, devido ao novo desenho de agrupamento escolar, e ainda referiu-se à “desorganização do desporto” a nível da região.

Contudo, considerou que as manifestações que têm acontecido em Santiago Norte reflectem “claramente o distanciamento” do Governo perante compromisso que assumiu durante a campanha eleitoral.

O líder regional do maior partido da oposição revelou que a região Santiago Norte está um “nível baixo em todos os indicadores”, e que o Governo “aprofundou essa assimetria” António Fernandes fundamenta que o executivo de Ulisses Correia e Silva “não faz acções concretas” para mostras que está a ajudar esta região, salientou,

Fonte; Asemana