Maio: Agostinho Silva entra na corrida à liderança da Comissão Política Regional do PAICV

Porto Inglês, 18 Dez (Inforpress) – O candidato Agostinho Silva disse à Inforpress que entrou na corrida à liderança da Comissão Política Regional do PAICV com objectivo de dar o seu contributo na criação de “novos horizontes e de esperança” aos maienses.

O político explicou que entrou nesta corrida para cumprir a sua missão de defender as causas públicas, neste particular as que são defendidas pelo Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, oposição), sobretudo em servir Cabo Verde.

Agostinho Silva disse esperar vencer este embate político interno do partido, salientando que a sua “grande prioridade” vai ser a organização e o reforço no funcionamento das estruturas, com “forte incidência” na componente coordenação/formação.

Aquele candidato frisou ainda que, caso vencer a eleição do próximo domingo, 22, vai priorizar a qualificação e a melhoria da participação política e cívica e o empenho na criação de condições que promovem a elevação do grau de análises e da intervenção sobre a realidade da região política.

Considerou que ainda que o PAICV precisa estar “mais activo” e “na linha da frente” na defesa das causas públicas e garantiu que o partido estará firme e adoptará uma “postura construtiva” na política no escrutínio e da governação local.

Agostinho Silva disse ainda que o PAICV está em condições de vencer qualquer câmara municipal do país, todavia admitiu que é preciso colocar o interesse colectivo em primeiro lugar, lembrando que todos têm de dar a melhor contribuição para que o PAICV saia vencedor.

Por outro lado, advogou que é preciso “muita organização” e trabalho com “impulso inovador”, apresentação das melhores propostas e com a criação de dinâmicas nas estruturas.

Neste particular afiançou que a sua equipa é multi-geracional, contando com pessoas já com “muita experiência”, assim como com jovens quadros com “muita dinâmica”.

Agostinho Silva conclui que entrou nesta corrida com responsabilidade e que vai admitir qualquer resultado, porque o interesse que o move é de defender as causas colectivas a base de valores, embora admita que espera vencer esta eleição, que também vai servir para eleger o presidente do partido.

Fonte: Inforpress